quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Unidade II - TBDSI

Unidade II

·         Modelo de Dados – modelo de organização de Dados de um Banco de dados define um conjunto de conceitos para a representação de Dados.

O projeto de Banco de Dados ocorre geralmente observando-se as seguintes etapas:

A.   Levantamento e analise de requisitos;

B.   Modelo conceitual;

C.   Modelo lógico;

D.   Modelo físico;

 

A.   Levantamento e analise de requisitos:

Ø  1ª etapa do Projeto de um sistema de BD;

Ø  Analista entrevista usuário para levantar Dados;

Ø  Requisitos devem ser detalhados

Ø  Importante definir também requisitos funcionais da aplicação (se for o caso), isto é, as operações que serão aplicadas ao BD;

 

B.   Modelo conceitual:

Ø  É a própria etapa do projeto de Banco de Dados;

Ø  É uma descrição (em alto nível), mas que tem a preocupação de retratar toda a realidade de uma organização;

Ø  Representa a realidade do problema numa visão global dos principais Dados e seus relacionamentos;

Ø  Representação com alto nível de ABSTRAÇÃO;

Ø  Independente de BD

Ø  Preocupa-se com a semântica da aplicação;

Ex.: MER










Modelo físico

 

Parte do modelo lógico

Descreve as estruturas físicas de ARMAZENAMENTO DE DADOS

- ETAPA FINAL DO PROCESSO DE BD NA QUAL SERÁ UTILIZADA A DDL (data definicion lancer)

 - REPRESENTA OS DADOS EM algumas estruturas física de dados

            - organização dos arquivos em disco

            - dependente do SGBD

            - não são manipulados por usuários / aplicação. (somente o DBA pode alterar)

EX.:

Create table alunos (

-     matricula integer,  

-     Nome varchar (40) not null,

-          RG   numeric (10) not null unique,

-          primary key (Matricula))

Final de cap II

EX.:

  etapa – levantamento de requisitos

Em uma clinica existem ambulatório identificado por um numera e está em um determinado andar do prédio.

Cada ambulatório possui uma certa capacidade.

Nesses ambulatórios trabalham médicos que são identificados pelo CODIGO.

Os dados do medico são:

- nome, idade, especialidade, RG, cidade.

Os médicos realizam consultas com seus pacientes diariamente. Cada consulta é registrada armazenando-se:

- código do medico;

- código paciente;

- data / hora da consulta;

Os pacientes são identificados por um código e possuem:

- nome, idade, RG e problema.

Como modelar esse BD?

2ª etapa – modelo conceitual.

OBS.:  Abstração  alta     DETALHES

 
** olhar nas apostilas pois existe um processo que nao pode ser postado aki.
 

3ª ETAPA – MODELO LOGICO

Deverão ser desenhadas as tabelas:

AMBULATORIO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4ª etapa: modelo físico:

CREATE TABLE AMBULATORIOS (

NROA INTEGER,

ANDAR NUMERICO (3) NOT NULL,

CAPACIDADE “LEITOS” SMALLINT

PRIMARY KEY (NROA))

CREATE TABLE PACIENTES (

            CODP INTEGER,

            NOME VARCHAR (40) not null,

            IDADE TYNINT NOT NULL,

            RG NUMERIC (10) NOT NULL UNIQUE,

            PROBLEMA VARCHAR (40) NOT NULL,

            PRIMARY KEY (CODP))

CREATE TABLE MEDICOS (

            CODM INTERGER,

            NOME VARCHAR (40) NOT NULL,

            IDADE TYNINT NOT NULL,

            ESSPECIALIDADE VARCHAR (40) ,

            RG NUMERIC (10) NOT NULL UNIQUE,

            CIDADE VARCHAR (30),

            NROA INTEGER,

            PRIMARY KEY (CODM),

            FOREIGN KEY (NROA),

                        REFERENCES AMBULATORIOS)

CREATE TABLE CONSULTORIOS

            CODP INTEGER,

            CODM INTERGER,

            DATA DATETIME,

            HORA DATETIME,

            PRIMARY KEY (CODP, CODM, DATA, HORA)

                        FOREIGN KEY (CODM, CODP) REFERENCES (MEDICO, PACIENTES))

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

GPL- Gestão, Planejamento e Logística.
Profª Maria Salete
 
 
Leitura do Livro:
Administração de Recursos Mateirais e Ptrimoniais.
Autor: Hamilton Pozo.

TRABALHO DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR

Levantamento de campo sobre Logística
Profª Maria Salete

Trabalho em grupo (número de componentes dependerá do tamanho da turma);

Cada grupo deverá elaborar um pequeno projeto para visitar uma empresa e verificar a importância da logística.

Todo o levantamento deverá ser organizado e apresentado em sala de aula (fotos, pequenos vídeos, painéis, depoimentos, etc). A apresentação se dará entre os dias ANTES DAS PROVAS DE JUNHO e contará com equipamentos de multimídia, disponibilizados pela faculdade.

Também deverá ser entregue o trabalho impresso, obedecendo a norma técnica, no dia da apresentação.

 Valendo  20 h de A. C.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Unidade I - TBDSI


Disciplina: TBDSI – TECNOLOGIA DE BD PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Rodrigo da Silva Gomes

Bibliografias básicas –

                - SILBERCHARTE A. , SUDASSHAN, S. – Sistemas de Baco de Dados. Editora Makron Books, SP 1999.

                - Heuser, C.A. Projeto de Banco de Dados – Editora ASagra Luzzato, RS, 2004, 5° edição.

                - C.J. DATE, Prof Ronaldo, UFSC

Conteúdo Programático

- Unidade I – Introdução a sistemas de banco de dados

§  A importância do BD para os sistemas de informação;

§  Conceito de BD e de SGBD;

§  Por que usar Banco de Dados?

§  Vantagens do uso de Banco de Dados;

§  Sistemas de gerenciamento de banco de Dados;

 

                - Agente de interação com o Banco de Dados

                - Arquitetura de banco de Dados (visão histórica)

- Unidade II – Modelo de Dados

                - Modelo de Organização de Dados ;

                - Modelo Conceitual;

                - Modelo Lógico;

                - Modelo Físico;

- Unidade III – O modelo relacional

                - Modelagem de BD;

                - Modelo entidade-relacionamento (MER);

                - elementos do MER;

                - Cardinalidade;

                - Projeto de BD Top-Down;

- Unidade IV – Segurança e desempenho de Dados

                - Segurança – Restrições de Integridade (RI´s)

                - Aumentando a Performance do BD

- Unidade V – Principais tecnologias de BD

                                                                     Enterprise Manager

- SQL SERVER

                                                                      SQL Analyser

                - Oracle

                - MySQL

                - PostGRESQL

                - Critérios para a seleção da tecnologia Apropriada

 

13 de Fevereiro de 2013-02-19

Unidade I Introdução aos Sistemas de Informação

                BD´s – Fazem parte do nosso dia-a-dia

Ø  Operações bancarias;

Ø  Matricula da faculdade;

Ø  Reserva de hotel;

Ø  Cadastro no site de compras;

Área do BD – Pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para dar suporte eficiente ao gerenciamento de Dados de Sistemas computacionais.

 

Dados X Informação

·         Dado – Fato do mundo real que esta registrado e possui um significado implícito no contexto de um DOMINIO de aplicação. (A menor unidade da informação).

·         Informação – Fato útil que pode ser extraído direta ou indiretamente a partir dos Dados. (Conjunto de Dados considerados em um determinado contexto).

 

Definição de banco de Dados.

Coleção de Dados operacionais inter-relacionados que representam uma porção dos fatos presentes em um DOMINIO de aplicação (UNIVERSO DE DISCURSO).

 

Definição de SGBD

(Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados)

Conjunto de programas responsável pelo gerenciamento dos Dados em um banco de Dados.

  

Porque usar um BD?

- Considere o contexto de uma organização que não utiliza BD.

Ex. DOMINIO de uma universidade.

Temos 3 Sistemas distintos

 
ACADEMICO
ALUNOS
PROFESSORES
DISCIPLINAS
TURMAS
SALA

ADMINISTRATIVO
BLOCOS
DEPARTAMENTO
DISCIPLINAS
CURSOS

ACADEMICO
ALUNOS
PROFESSORES
DISCIPLINAS
TURMAS
SALA

 

 

 

Repare que são sistemas distintos e que não fazem nenhuma troca de informação, isso quer dizer que eles vão ter Dados com redundância não possibilitando a comunicação entre eles.

Problemas de sistemas sem BD:

ü  Varias divisões gerenciais (Setores e Aplicações);

ü  Grande volume de DADOS

ü  Aplicação que manipulam Dados comuns

Ø  Gerenciamento de Dados sem BD;

§  Cada aplicação descreve os seus DADOS:

·         Nomes e formatos próprios:

·         Dados particulares de cada aplicação (isolamento):

 

Ø  Gerenciamento local;

§  Procedimento de manipulação de Dados:

·         Implementados pelo própria aplicação;

·         Implementados por SW de gerenciamento de arquivos;

 

Problemas com este contexto:

·         Redundância não controlada;

·         Manutenção de Dados na organização;

·         Falta de padronização (difícil padronização);

·         Formas restritos de acesso (novas operações exige alteração);

·         Falta de segurança (falha em algumas operações);

 

Um BD elimina (ou minimiza) estes problemas.

O BD trabalha com Dados persistentes que são gerenciados de forma independente dos programas que o utiliza segundo assim a múltiplas aplicações de uma organização.

OBS. A imagem abaixo não é a mesma do Prof. Rodrigo, pois, não tem como desenhar a mesma aqui no Word.




Pessoal

Acadêmico

Administrativo

 

Vantagem do BD

Ø  Dados armazenados em um único local (minimiza redundância);

Ø  Dados compartilhados pelas aplicações (facilita integração);

Ø  Dados mais independentes das aplicações (aplicação não gerencia mais);

Ø  Maior flexibilidade de acesso (linguagem de BD);

 

Quando não usar BD?

Ø  Quando a aplicação é bem simples (poucos dados operacionais);

Ø  Quando a aplicação faz processos pesado, mas não requer gerenciamento de Dados operacionais (aplicação cientifica);

Ø  Custo de instalação e administração é alto (equipamento, RH, treinamento);

 

v  SGBD – sistema cujo objetivo principal é gerenciar o acesso e a correta manutenção dos Dados armazenados em um BD.

 

Funções básicas:

Ø  Métodos de acesso:

o    DML, DDL, DCL, DQL;

Ø  Integridade semântica:

o    Restrição de integridade;

Ø  Segurança:

o    Controle de acesso e de falhas;

Ø  Concorrência:

o    Controle de acesso simultâneo;

Ø  Independência de Dados:

o    Físico, lógico;
 
Agentes de interação com o Banco de Dados:

Ø ADMINISTRADOR DE BANCO DE DADOS – Projeto do BD definição do esquema, índices, RJ´s, Permissões de acesso, recuperação, monitoração e Configuração.

Ø Usuários e Aplicativos – Acesso através de protocolos de comunicação, SQL embutida e linguagens de quarta geração.

· Arquitetura de Banco de Dados:

Ø FMS – FILE MANAGEMENT SYSTEM:

o 1° forma utilizada de armazenamento de Dados;

o Armazenamento sequencial;

o Vantagem: simplicidade na forma | estrutura;

o Desvantagem: não apresenta relações entre os Dados, sem mecanismos de busca, classificação e integridade;

Ø HDS – HIERARQUIAL DATABASE SYSTEM:

o Década de 60 com DL/I da IBM;

o Organização de Dados na forma de arvores;

o Cada registro é dividido em partes (segmentos);

o Segmentos relacionados com PAI – FILHO;

o Vantagem: performance;

o Desvantagem: rigidez na estrutura. Ex.: IMS da IBM

Ø NDS – NETWORK DATABASE SYSTEM:

o Definido pela DBTG a partir de 1971;

o Extensão do modelo hierárquico;

o Representação na forma de grafos;

o Vantagens: pesquisa mais rápida e flexível;

o Desvantagem: idem ao HDS, alterações implicam em inovações;

§ Ex.: CA IDMS da CA Comp.

ØRelacional Model:

o Apresentado em 1970 por Edgard F. Codd (IBM);

o Objetivo: representar Dados na forma mais simples;

o Deixar os BD´s mais flexíveis;

o Primeiros produtos aparecem no final da decada de 70;

o Ex.: DBZ, MYSQL;

o Linguagem SQL;

Ø Banco de Dados não convencionais:

o BD orientado a objeto;

o BD objeto – relacional;

o BD temporais;

o BD geográficos

o BD XML;

o ...